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Projeto Educativo Miúdos e Companhia

CARACTERIZAÇÃO DA FREGUESIA

Samora Correia é uma freguesia do concelho de Benavente, com 17123 habitantes (dados dos censos 2011), o que corresponde a um aumento de 20% de população entre 2001 e 2011.
Estes habitantes estão distribuídos por 6366 famílias clássicas, sendo 1147 compostas por 1 elemento, 1967 compostas por 2 elementos, 1688 compostas por 3 elementos, 1131 compostas por 4 elementos e 433 compostas por 5 elementos.
No que diz respeito ao nível de instrução, 3575 pessoas não possuem nenhum nível de qualificação, 3591 terminaram o 1º ciclo, 2510 concluíram o 2º ciclo, 3231 habitantes têm o 3º ciclo do ensino básico, 2562 terminaram o ensino secundário, 285 possuem certificação pós-secundário e 1369 terminaram um curso superior.
Relativamente à distribuição por faixas etárias, os 17123 habitantes de Samora Correia estão distribuídos da seguinte forma: 3158 pessoas têm entre 0 e 14 anos, 1858 pertencem ao grupo dos 15 aos 24 anos, 9680 elementos estão entre os 25 e os 64 anos e 2427 têm mais de 65 anos.
Uma parte considerável da atividade económica da freguesia centra-se na agricultura e produção animal, existindo ainda uma zona industrial significativa localizada na periferia do centro e uma zona comercial no centro.

CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA

1. Características geográficas
A creche situa-se nos arredores de Samora Correia, numa zona composta essencialmente por moradias unifamiliares com terrenos, na maior parte dos casos de grandes dimensões. Grande parte da população é originariamente da terra, de atividade essencialmente rural e envelhecida.
A maior parte dos serviços ficam a cerca 2 Km, no centro da cidade. Exceção para o Centro Cultural que dista a cerca de 1km da escola, o que torna possível a deslocação a pé, para a realização de atividades pedagógicas.
Sensivelmente à mesma distância existe um parque infantil.
O ambiente que rodeia a escola é essencialmente rural, com alguns terrenos cultivados e outros não.
O acesso a terrenos baldios (onde podemos observar pequenos animais, apanhar folhas, pedras ou paus) também é fácil. Como vizinhos temos um cabeleireiro, um restaurante e uma oficina de automóveis. Existe ainda um senhor que cultiva uma horta bastante diversificada e cria galinhas, com quem temos uma relação de vizinhança muito saudável, o que permite que os meninos tenham contato frequente com animais e diversos produtos da terra.

2. Características históricas
O projeto surge na sequência da constatação da necessidade de um equipamento de creche em
Samora Correia e arredores, nomeadamente prestando um serviço diferenciado.
As sócias, a trabalhar na Associação para o Desenvolvimento Integrado da Criança (IPSS com valência
de ATL de 1º e 2º ciclo e AEC’s), contatavam regularmente com a dificuldade das famílias em encontrar um equipamento onde deixar os seus filhos pequenos.
Miúdos e Companhia é, portanto, uma empresa privada.
O número de crianças evoluiu da seguinte forma ao longo dos últimos anos:

Projecto Educativo Miudos e Companhia

No que diz respeito aos recursos humanos, a evolução foi a seguinte:

Projecto Educativo Miudos e Companhia

3. Características físicas
A escola está edificada numa antiga moradia de habitação que foi sujeita a obras de remodelação e ampliação para poder ter as condições físicas necessárias ao bom funcionamento de creche e jardim-de-infância.
No r\c situa-se a cozinha, a dispensa, o refeitório, o hall de entrada, o corredor de acesso às salas, a casa de banho de adultos, uma arrecadação, uma sala de jardim-de-infância (com 50m2 e capacidade para 25 crianças) e uma sala polivalente com arrecadação e as instalações sanitárias das crianças.
No primeiro andar situa-se um corredor de acesso às salas, o berçário (com cerca 36 m2 e capacidade para 8 bebés), a sala de 1 ano (com 20 m2 e capacidade para 10 crianças) e a sala dos 2 anos (com 30 m2 e capacidade para 15 crianças). Ainda no 1º andar existe um terraço exterior para recreio comcerca de 50 m2.
No sótão localiza-se uma sala de trabalho para a equipa técnica e sala de isolamento, assim como o economato.
No exterior a escola possui um parque de estacionamento com capacidade para sete carros, uma zona de recreio livre, um parque infantil com escorrega e outros equipamentos, assim como uma horta pedagógica.
No anexo temos uma lavandaria, w.c. de apoio e uma cozinha pequena.
Em abril de 2016 a empresa alugou um espaço na mesma rua com vista à instalação do 1º ciclo. O edifício é constituído por duas salas de 40m2 (uma para atividade letiva e outra para refeitório e sala polivalente), uma com 36m2 (para biblioteca e sala de recursos), um gabinete de professores, uma
copa e instalações sanitárias de raparigas, de rapazes e de adultos, para além de um hall de acesso aos diferentes espaços.

4. Características humanas
Identificadas no ponto 2. Evolução histórica.

5. Valências e serviços

A escola dá desde a primeira hora resposta ao nível da valência de creche e jardim-de-infância. No ano
2012\2013 abre a valência de ATL de 1º ciclo. Prevê-se que no ano letivo 2016/2017 possa abrir a
valência de 1º ciclo.

Os serviços disponíveis são os seguintes:

Psicologia;
Terapia da fala;
Baby-sitting em casa;
Aluguer de espaço para festas;
Takeaway de sopa.
Miúdos e Companhia está aberta das 7.30 às 19.30 h

As atividades extracurriculares de que dispõe são:
Expressão físico-motora;
Expressão musical;
Dança educativa;
Kenpo;
Inglês;
Ioga
Espanhol.
A formação ou não de turmas de cada uma das atividades em cada ano letivo depende do número de crianças interessadas em participar.

6. Regulamento
Anexo

7. Metodologia educativa
“Ensinar o ser e não só o saber”

MISSÃO
Promover uma educação de excelência, contribuindo para a felicidade das crianças no presente e no futuro.
VISÃO
Ser uma referência na região enquanto educação de excelência onde se formam indivíduos, livres, democráticos, críticos, criativos, seguros, curiosos, cidadãos participativos, solidários e autónomos, em estreita parceria com a família.
VALORES
Os valores que regem a prática educativa de Miúdos e Companhia são o bem-estar de todos os elementos da comunidade educativa, a partilha, criatividade, responsabilidade, emotividade, liberdade de escolha, tolerância e resiliência.
PRINCÍPIOS EDUCATIVOS
Os princípios que norteiam a nossa atividade pedagógica preveem posicionar a criança no centro do processo educativo, dar tempo e espaço para escutar a criança e compreendê-la, centrar o percurso nas aprendizagens significativas, encarar o erro como uma oportunidade de aprendizagem e ver a criança de uma forma holística.
Para alcançar o resultado a que nos propomos, na formação de crianças felizes e saudáveis, mobilizamos as estratégias mais adequadas de diferentes modelos educativos, como Reggio Emilia, WALDORF, Highscope, Modelo da Escola Moderna e Educação Artística:

– Criar situações estimulantes;
– O adulto ser modelo no processo educativo;
– Encarar a criança tendo em conta a sua vertente física, espiritual, cognitiva, emocional e social;
– Respeitar o meio envolvente (físico e humano)
– Respeitar o meio ambiente e garantir a sustentabilidade dos recursos;
– Criar situações estimulantes que ajudem as crianças a crescer;
– A criança escolhe com intenção, realiza com concentração e reflete sobre aquilo que aprendeu
(planear\ fazer\ rever);
– Respeitar a individualidade de cada um;
– Dar voz ativa à criança;
– Criar espaços de participação e de envolvimento das famílias;
– Organizar o tempo e o espaço de forma a promover a autonomia;
– Observar a criança para a compreender e para dar resposta às suas necessidades;
– Praticar a escuta ativa;
– Criar um ambiente educativo harmonioso para que a criança se sinta segura;
– Implementar práticas democráticas, por via da cooperação e da partilha de poder;
– Aprendizagem pela ação;
– Intervenção social, através de projetos de participação na comunidade;
– Aprendizagens significativas;
– Conceções prévias- Partir do que a criança já sabe, valorizando, assim, o seu saber;
– Valorizar mais o processo do que o resultado;
 – Valorizar a expressão natural da criança;
 – Dar tempo à criança para que esta se possa exprimir;

Envolvimento parental
Graúdos e Companhia
Objetivos
– Criar um espaço dedicado aos pais e à família;
– Proporcionar momentos de aprendizagem e de troca de experiências;
– Estimular novas competências nos pais;
– Proporcionar momentos de partilha entre pais e filhos;
– Fomentar uma relação de parceria plena e frutífera entre escola e família.
Metodologia
– Momentos para crescer
Periodicamente uma atividade para pais e filhos (animação do conto, oficina de artes plásticas, oficina de movimento…), ou um momento de formação só para pais.
– Dias do pai e da mãe
Haverá uma festa convívio em que os pais são convidados a partilhar momentos mágicos com os filhos e a desenvolver as atividades que estes realizam na creche / jardim-de-infância.
 –  Manhã de partilha
Os pais poderão, em momentos combinados com as educadoras, passar uma manhã na escola com o seu educando e respetivo grupo.
– Ver como é
Os pais poderão, em dias previamente marcados com as professoras, assistir às aulas de cri’Arte,
expressão dramática ou qualquer uma das outras atividades.

Periodicamente os pais são convidados a participar nos projetos desenvolvidos na escola, trabalhando com o seu educando em casa o tema que está a ser tratado pelo grupo.

Solidários e Companhia
Objetivos
 – Contribuir para o aprofundamento dos valores da sustentabilidade, da cooperação, da tolerância e
da solidariedade nas nossas crianças;
– Contribuir para a formação de cidadãos conscientes e participativos;
– Contribuir para a implementação de práticas solidárias e amigas do ambiente no seio das famílias
das crianças alargando, assim, o âmbito da nossa ação educativa;
 – Desenvolver o trabalho de responsabilidade social da empresa;
– Contribuir para a construção de um mundo melhor e de uma sociedade mais justa.

Metodologia
Natal Solidário
 – Cada criança traz de casa um alimento, uma peça de roupa e um brinquedo, estes últimos usados, em bom estado e escolhidos por si, com a ajuda dos pais, de entre os que tem em casa.
Estes bens são posteriormente entregues a organizações que dão apoio a crianças em situação de vulnerabilidade. O momento da entrega é aproveitado para a realização de uma atividade na qual participam as crianças do jardim-de-infância e durante a qual as crianças são sensibilizadas para o facto de haver pessoas, grandes e pequenos, que não têm asseguradas as suas necessidades básicas.
 – Oferta da bilheteira das festas a instituições de solidariedade social da freguesia
A escola realiza duas grandes festas por ano, em dezembro e em junho, às quais assistem todos os alunos e familiares da escola. O valor da bilheteira é oferecido a instituições locais que dão apoio a crianças carenciadas ou com deficiência. A entrega é efetuada em cerimónia na qual participa toda
a comunidade escolar o que contribui para a divulgação do trabalho realizado pelas entidades e para a sensibilização de pais e familiares.
 – Dia do pijama
Participamos na iniciativa da Associação Mundos de Vida, sensibilizando as crianças para o facto de haver meninos que não vivem no seio de um ambiente familiar como o seu. As crianças juntam num mealheiro moedas que são posteriormente entregues à Associação para que mas crianças
possam ter uma família de acolhimento.
 – Recolha de tampinhas
Temos um depósito onde as crianças colocam tampinhas que recolhem em casa e que são entregues a uma entidade que as troca cadeiras de rodas para pessoas com mobilidade reduzida;
 – Apresentação do espetáculo que resulta do trabalho da expressão dramática aos idosos do Lar da Fundação Padre Tobias e atividades inter-geracionais.

8. Avaliação
Do projeto educativo
– O projeto educativo será avaliado periodicamente e revisto sempre que se julgue necessário.
Do projeto curricular de escola
 – Reuniões individuais com os pais de cada criança – realizam-se uma vez por ano em julho e um dos objetivos é ouvir a opinião dos encarregados de educação sobre o trabalho realizado no ano que termina.
 – Relatório de atividades – análise e avaliação de cada uma das atividades do plano anual. Este instrumento é utilizado no momento da elaboração do pano de atividades do ano seguinte para corrigir erros anteriormente cometidos.
 – Reuniões pedagógicas – realizam-se com periodicidade quinzenal e nelas têm acento todas as docentes, a responsável pelo ATL e a diretora pedagógica. Nestas reuniões é elaborado e avaliado o projeto curricular de escola e tudo o que implica com a componente pedagógica do trabalho em
sala e fora dela. Além disso serve como rede de suporte, em que os técnicos se ajudam uns aos outros na procura de estratégias de intervenção com crianças com dificuldades.
 – Reuniões gerais – realizam-se com periodicidade trimestral e nela têm acento todos os funcionários e colaboradores da escola. Nestas reuniões planeiam-se e avaliam-se questões de ordem operacional e não pedagógica, assim como questões do foro laboral. São ainda utilizadas
como momentos de formação.

Questionário de satisfação – No final de cada ano letivo, todos os pais são convidados a preencher um questionário de satisfação.
Das crianças
Creche e jardim de infância
– Avaliação diagnóstica – despiste de capacidades e competências dos novos alunos, efetuada na altura da entrada de cada criança.
 – Avaliação qualitativa e descritiva entregue aos pais das crianças do jardim-de-infância e do 1º ciclo, no final de cada período letivo.
 – Avaliação qualitativa e descritiva entregue aos pais das crianças de creche no final do ano letivo.
 – Grelhas de análise de desenvolvimento – instrumento individual de avaliação das diferentes áreas de desenvolvimento- realizadas no final de cada período no jardim-de-infância e em janeiro e julho no caso das crianças de creche.
– Reuniões individuais com os pais de cada criança no final de cada ano letivo.
– Reunião de rede de suporte em equipa pedagógica – para analisar e procurar estratégias de intervenção para situações difíceis.
– Atendimento aos pais por parte das educadoras – Todas as docentes têm uma hora por semana
destinada a receber os pais.

1º ciclo
Avaliação diagnóstica

A avaliação inicial destina-se a aferir a qualidade ou a quantidade do saber. Procura compreender em que ponto se encontra cada aluno, do grau de apropriação com que tornou seus os conhecimentos e desenvolveu competências e talentos.
Avaliação formativa
Entendida como elemento central de promoção da aprendizagem e do crescimento dos alunos.
Pretende ajudar o aluno a formar uma imagem real de si próprio, a reconhecer as suas competências e as suas limitações, motivando-o para o prosseguimento ou aperfeiçoamento do seu empenho nas atividades educativas. Constitui, simultaneamente, um instrumento essencial de reflexão sobre o processo de ensino e aprendizagem, com vista ao seu constante aperfeiçoamento.

Autoavaliação
A autoavaliação, enquanto processo de reflexão positiva, pode tornar-se um instrumento de progresso efetivo da aprendizagem e ser um estímulo a permanecer aberto ao crescimento ao longo da vida.
Para que isso aconteça, é muito importante que se traduza numa prática regular, feita em clima construtivo e de confiança, abrangendo a globalidade dos processos e dos resultados de aprendizagem – das competências académicas e das competências pessoais e sociais.

Avaliação sumativa interna
Critérios de Avaliação
a) Testes de avaliação: 60%
b) Atitude na sala de aula: 20%
 – Participação
 – Empenho
 – Comportamento
c) Assiduidade/Pontualidade: 5%
d) Organização e apresentação dos cadernos: 5%
e) Responsabilidade: 10%

– Trabalhos de casa
– Material
– Compromissos

Escalas de Avaliação
Comportamento:
O comportamento é avaliado segundo a seguinte escala:
MB – Muito Bom
B – Bom
S – Satisfatório
PS – Pouco Satisfatório
NS – Não Satisfatório
Aproveitamento do 1º Ciclo:
O aproveitamento no 1º Ciclo é expresso de forma descritiva e as fichas de avaliação são classificados de
acordo com a seguinte escala:

0 – 45% – Não Satisfaz
46 – 49% – Satisfaz Pouco
50 – 69% – Satisfaz
70 – 84% – Bom
85 – 95% – Muito Bom
96 – 100% – Excelente

As classificações no final de cada período letivo, no 4º ano do 1º ciclo, são registadas em pauta; Dos docentes e não docentes
– Está em vigor e é do conhecimento de todos os funcionários o manual de funções que define as tarefas a realizar em cada função.
– Está em vigor e é do conhecimento de todos os funcionários que trabalham mais diretamente com as crianças a metodologia educativa da escola.
– Realizam-se dois momentos de avaliação ao longo do ano – o primeiro incide essencialmente no ambiente educativo de cada sala e é realizado em janeiro; o segundo é realizado no final do ano letivo e incide pormenorizadamente na prática profissional de cada funcionário, tendo como pressupostos o manual de funções e a metodologia educativa (esta última no caso dos funcionários que trabalham mais diretamente com as crianças).
Dos critérios de avaliação fazem parte um conjunto de competências técnicas e um conjunto de competências comportamentais. Para cada parâmetro a avaliar foi criada uma escala que define quais as atitudes e comportamentos necessários para atingir a pontuação 5, os necessários para a classificação 4, etc.

A cada pontuação (1,2,3,4 ou 5) de cada parâmetro (espírito de equipa, pontualidade, autonomia, …) corresponde uma percentagem, o que permite, além da avaliação qualitativa, chegar a uma avaliação quantitativa.
Cada pessoa é avaliada por si próprio, pelo seu superior hierárquico, pela direção e pelo seu dependente direto (neste caso só relativamente às competências comportamentais).
O processo termina com uma reunião de avaliação com cada um dos funcionários em que é analisada a avaliação final (realizada pela direção tendo em conta as suas avaliações, a do superior hierárquico e a do dependente direto do funcionário em causa) definidos pontos fortes e aspetos a melhorar, aqueles em que o avaliado deve centrar a sua atenção no ano seguinte.

9. Formação
 – Em algumas das reuniões gerais são realizadas ações de formação para todos os funcionários ou para as pessoas que trabalham mais diretamente com as crianças.
– São organizadas ações de formação, normalmente gratuitas, a decorrer nas instalações da escola abertas a todos os funcionários.
– A escola tem uma parceria com a Associação para o Desenvolvimento Integrado da Criança que permite que os funcionários da Miúdos e Companhia participem nas ações de formação contratadas pela ADIC e vice-versa.
– Sempre que os funcionários pretendam participar em formações dentro do horário de trabalho ou que impliquem faltar para fazer trabalhos ou preparar exames, a direção não se opõe a que tal aconteça.
 – Sempre que possível a direção estabelece um orçamento anual para formação que divide pelo número de funcionários, disponibilizando, desta forma a cada pessoa uma verba para que esta possa participar nas ações de formação mais significativas para si.
– Quando um elemento da equipa pedagógica participa numa formação considerada significativa é posteriormente realizada uma ação de sensibilização, na qual a pessoa partilha com as colegas os conteúdos mais relevantes da formação.

10.Informação \ divulgação
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